Pezão fala sobre necessidade de relaxar e possibilidade de luta no Brasil

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De férias. É assim que se pode definir a situação atual de Pezão. O peso-pesado voltou à Paraíba para realaxar depois da derrota para Cain Velásquez, no UFC, em maio deste ano. Em entrevista ao site Tatame, Antônio Pezão afirmou que precisava descansar, depois do ritmo forte de lutas desde que estreou no Ultimate, em 2012. O lutador revelou, ainda, que não tem nenhuma conversa em andamento para qualquer outro duelo. Mas ressaltou, também, que faz questão de lutar contra adversários bem ranqueados.
“Estava precisando relaxar. Descansei pouco desde a minha primeira luta com o Cain, umas duas semanas no máximo. Quase não vim descansando de uma luta para outra. Em 12 meses, fiz quatro lutas, e isso, para um peso-pesado, é forte. Eu amo o que eu faço, mas precisava recarregar as baterias com a família, e isso foi fundamental. Não tenho a mínima ideia e nem sei quem possa ser (o adversário). A única coisa que eu pedi para o UFC foi para que me deixasse ocupado contra os melhores, mas o problema é que a maioria está com compromisso, como Frank Mir, Josh Barnett, Daniel Cormier. Tenho que estar bem treinado porque todos merecem respeito”, disse Pezão.
Antônio Pezão não compete no Brasil desde que estreou no MMA, quando ainda era amador. Depois de 23 lutas, 18 vitórias e cinco derrotas, Pezão falou sobre a expectativa de subir no octógono pela primeira vez no Brasil.
“Queria lutar no final de outubro ou no começo de novembro, mas quem manda é o UFC. A torcida do Brasil é maravilhosa. Só lutei aqui uma vez, que foi meu primeiro combate na carreira, ainda sem ser profissional. Mas já acompanhei algumas edições no país e a torcida é calorosa, não existe igual. A torcida brasileira passa a energia necessária, e seria muito bom lutar com meu povo”, revelou o lutador.

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