Edson Barboza relembra suas emoções no UFC Rio 1 há dez anos: “Dá vontade de chorar”

O atual peso leve do UFC disputou apenas a terceira partida na organização, e o card carioca principalmente sufocou a saudade de seus pais: “Faz dois anos que não vou ao Brasil”.

No dia 27 de agosto de 2011, Edson Barboza (Edson Barboza) apareceu pela terceira vez no UFC, mas nunca será esquecido. Dez anos depois de derrotar Rose Pearson por decisão dividida em duelo no Rio de Janeiro que foi escolhido como a “Batalha da Noite”, este evento marcou o retorno da organização ao país quase 13 anos após sua primeira passagem, o brasileiro disse a alguns nos bastidores dessa data.

-Eu me lembro de muitas coisas sobre aquele evento. Uma delas é que não vou ao Brasil há dois anos, quando fui participar das atividades, pude conhecer meus pais. Isso é muito especial. Sinto muito a falta dos meus pais.

-Eu me lembro de muitas coisas sobre aquele evento. Uma delas é que não vou ao Brasil há dois anos, quando fui participar das atividades, pude conhecer meus pais. Isso é muito especial. Sinto muito a falta dos meus pais.

A vitória de Edson veio na decisão dividida (29-28, 28-29 e 29-28). Ele também disse que quando viu que o segundo jogo do card principal estava cheio de lugares, ele mal pôde evitar o choro.

-Ainda me lembro da minha entrada, foi um dos momentos mais legais da minha carreira no UFC. Estou atrás da cortina e quando se abre dá vontade de chorar e dá uma emoção! Falando comigo, eu falei: “Agora não é hora de chorar, você tem que lutar!” (Risos). Foi um momento muito especial na minha carreira. Nossa, dez anos se passaram!

Esse sentimento vem de uma variedade de fatores, incluindo a companhia de familiares e a atmosfera proporcionada pelos fãs brasileiros.

– (O clima é) O clima, fãs, e saber que meu pai está lá assistindo. Depois de muito tempo, vim ao Brasil e participei dele, é o maior evento do mundo, é uma mistura de emoções e é muito especial. maravilhoso! De repente me ocorreu: Nossa, eu sou um deles … Se fosse há alguns anos eu gritaria e torceria para os brasileiros nas arquibancadas, e hoje faço parte desse grande show.

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