Devido ao baixo UFC do Brasil, a assinatura do Combate da Globo caiu quase 30%

A Globo decidiu reduzir o valor da assinatura do canal Combate na parcela anual para tentar atrair novos assinantes e evitar que o serviço perca mais fãs. A queda foi próxima a 30%. A situação do pay-per-view é terrível.

A partir de agora, quem quiser se inscrever no canal de luta da Globo por uma anuidade vai pagar R $ 478,80 (R $ 39,90 por mês). Esta não é uma promoção temporária, é uma ocorrência frequente. A Globo decidiu praticar esse valor e tornar seu canal de batalha mais competitivo

O preço antigo cobrado pela Globo era de R $ 658,80. Ou seja, uma redução de 27,3%. O pacote de mensalidade continua sendo R $ 69,90. A tarifa mais barata é determinada pelo consumidor para assinar o pacote anual, o que torna a base de assinantes mais estável

Desde o início da pandemia em março de 2020, o Combate está em uma fase ruim. Nos dois primeiros meses da crise de saúde, o número de assinantes do serviço caiu em 150 mil, e o número de contratos válidos caiu para os níveis de 2011, por causa de lutadores como Anderson Silva, o MMA explodiu no Brasil.

Houve uma recuperação cautelosa em 2021, mas foi menor do que o esperado. Um dos motivos é a queda da popularidade do UFC no Brasil. Exatamente como há dez anos. O principal nome do Brasil é a campeã Amanda Nunes (Amanda Nunes), considerada um dos maiores MMAs do mundo

Mesmo assim, o canal Combate ainda é muito lucrativo para a Globo. Além disso, em termos de UFC, a exposição do incidente ainda é muito interessante.

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