Veterano, Wallace Negão chega ao WGP de olho em Ravy e na torcida pelo Rio de Janeiro

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Wallace Lopes

Foto: Divulgação

Aos 29 anos, o extenso cartel de Wallace “Negão” Lopes, pode ser o diferencial para ele chegar ao título do Challenger GP do WGP na divisão dos meio-médios (até 71,8kg). Com 33 vitórias na carreira e somente nove derrotas, o atleta do Rio de Janeiro encara na primeira semifinal Rafael Teixeira de olho no cinturão da categoria pertencente a Ravy Brunow. O caminho para se tornar desafiante passa pelo primeiro confronto e pela luta principal da noite contra o vencedor de Jorge Blade e Weber Shrek no WGP #33, em Guarapuava, no Paraná, no dia 10 de setembro.

Wallace é o quinto melhor ranqueado da divisão e conhece bem o maior evento de trocação da América Latina. Em cinco duelos, venceu três e foi derrotado em duas oportunidades. Agora, tem a tática preparada para chegar à decisão e ir de encontro a Ravy Brunow, depois de conquistar o Challenger GP.

“Espero do WGP como sempre cada vez um evento melhor. A expectativa é sempre alta. Acho que todos os atletas estão em alto rendimento. Tem um bom tempo que estou pronto para lutar e ser campeão. Espero mais uma vez dar tudo o que posso e conseguir disputar ao cinturão. Já estive em outros três GP’s e estou na busca de disputar novamente o cinturão com o Ravy, com quem perdi uma vez. Quero ter outra chance”, comenta.

Conhecedor do talento do atual detentor do título, Wallace Negão sabe como surpreender Ravy Brunow. Para ele, a sua técnica pode ser diferencial para conseguir se tornar campeão.

“Para conquistar o título é só manter meu nível e conseguir elevar ainda mais, porque preciso me superar a cada dia. O Ravy é muito bom, então pra chegar nele tenho que estar pronto. Tenho mais técnica que ele e toda a força, mesmo com ele sendo muito forte, nivelada. Quero conquistar dessa forma. Utilizando meu arsenal que é maior que o dele”, garante.

Pouco conhecimento de Rafael e na torcida por conterrâneo

Dos quatro semifinalistas, dois são representantes do Rio de Janeiro. Além de Wallace Lopes, Jorge Blade também é natural da Cidade Maravilhosa, Como Weber Shrek – rival de Blade – é do Espírito Santo e Rafael Teixeira do Paraná, a torcida de Wallace é para o lutador de sua cidade natal em uma eventual decisão.

“Gostaria de uma final com o Blade, espero muito do Rio de Janeiro sempre e fazer a final contra um carioca seria demais. Então se não for o campeão, gostaria q fosse o Blade, por ser um cara experiente e que representa o Rio de Janeiro como eu”, afirma.

Sobre o paranaense Rafael Teixeira, Negão evita uma análise mais profunda. Segundo ele, mesmo o cartal profissional de 36 vitórias e nove derrotas não é um fator decisivo para impedir seu ímpeto de ser campeão do Challenger e ficar frente a frente com Ravy pelo cinturão da categoria.

“O Rafael é forte, mas está um pouco fora do cenário. Sei que é forte e trocador, acho que não está com a estima tão boa quanto a minha. Não tenho muito o que esperar dele. Estou treinando e focado para dar meu melhor. No gás e no meu melhor vou sair campeão desse GP”, comenta, sem esquecer os possíveis adversário no evento principal da noite me uma eventual final::

“É uma luta muito dura do outro lado. Tanto o Shrek quanto o Blade estão em condições de vencer. Já ganhei do Weber e é um lutador muito duro. Já o Blade é muito conhecido, mas não tem tanta experiência no K-1, mas tem vasto cartel de MMA. Isso quer dizer que para chegar ao MMA sabe bastante da trocação. Não vai ser fácil em nenhum momento, mas sei que posso ser campeão”, define.

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