Três anos após retorno, Thales Leites encara Chris Camozzi em seu 16º combate no UFC

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Peso-médio encara norte-americano neste sábado, no UFC Fight Night 92, em Salt Lake City (EUA) e analisa evolução na carreira desde a volta ao Ultimate.

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Foto: Divulgação

A carreira do peso-médio do UFC Thales Leites foi marcada por grandes momentos. Um deles completa três anos nesta quarta-feira, dia 3 de agosto. A três dias de pisar pela 16ª vez no octógono do UFC, onde encara Chris Camozzi, em Salt Lake City, nos Estados Unidos, o atleta da Nova União completa três anos desde seu retorno à organização, em agosto de 2013. Após primeira passagem de 2006 a 2009 e a chance de disputar o título da categoria, Thales retornou depois de grande sequência fora da franquia e soma cinco vitórias nos sete duelos que fez desde então. O combate deste sábado, dia 6, diante de Camozzi, no UFC Fight Night 92, pode recolocar Thales entre os dez melhores da divisão dos médios (até 84kg).

Aos 34 anos, o lutador possui números expressivos no Ultimate. Somando as duas passagens, o atleta de Niterói, no Rio de Janeiro, tem dez vitórias e cinco reveses na organização norte-americana. Apesar das duas derrotas recentes para Michael Bisping e Gegard Mousasi, o lutador da Nova União se vê em um dos melhores momentos da carreira e faz um balanço da sua evolução pessoal nos três anos desde o retorno à franquia.

“Sinto que evoluí bastante nesse período desde o meu retorno. É um processo natural, todo o lutador tem que estar em constante evolução, ainda mais no meu caso lutando na maior organização de MMA do mundo. Hoje me sinto mais maduro, confiante e com a parte mental muito mais forte. A confiança nas minhas habilidades e no meu potencial devem estar na minha mente o tempo inteiro. Depois que passei a fazer isso, me tornei um novo lutador”, afirma, para completar sobre o retrospecto recente.

“Nas últimas apresentações, acho que errei bastante com o Bisping e principalmente com o Mousasi, mas já vi e revi essas lutas e trabalhei bastante em cima disso. Já fiz bastante coisa na organização, me mantive no Top 15 mesmo depois de duas derrotas e ainda me sinto muito confiante. Vou fazer meu trabalho como sempre fiz, andando para frente e tenho certeza que o resultado vai vir”, afirma.

Atualmente na 12ª posição no ranking dos médios, Thales iria encarar o norte-americano Brad Tavares, mas a cerca de um mês para a luta uma lesão o tirou de combate, sendo substituído pelo compatriota Chris Camozzi. Ciente da necessidade de vitória e dos perigos que o adversário pode lhe oferecer, Thales se mostra confiante em retornar ao caminho das vitórias.

“Conheço o Camozzi há bastante tempo, é um atleta que já acompanhei muito. Vejo ele bem perigoso na trocação. É um cara que não posso deixar gostar da luta, tenho consciência disso. Além de ser muito duro em pé, não é fácil de ser derrubado e se vira bem no chão, então acho que tenho que tomar cuidado em todas as áreas. Ele vem embalado de três vitórias seguidas, ganhou de cara duros e preciso entrar bem atento para não ser surpreendido”, garante.

Faixa-preta de jiu-jitsu, Thales compete profissionalmente desde 2003 e é um dos atletas mais antigos e respeitados da Nova União. Na carreira, soma um total de 25 vitórias e apenas seis derrotas.

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