Senador nas Filipinas, Pacquiao defende pena de morte a traficantes

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Foto: Divulgação

Dono do cinturão dos meio-médios da Organização Mundial de Boxe (OMB) e um dos maiores nomes da história do Boxe, Manny Pacquiao também atua como político nas Filipinas, seu país natal. Eleito senador em maio deste ano, o pugilista vem defendendo seus ideais perante a sociedade local.

E no início desta semana, o boxeador subiu ao palanque para falar sobre um assunto polêmico. Manny Pacquiao fez um discurso de cerca de 15 minutos onde ele afirma ser a favor da pena de morte para traficantes em seu país. Sustentando a argumentação nos princípios de sua religião, o filipino afirmou que não existe ato infracional “mais medonho” de crime que destrói vidas e famílias.

“Precisamos esclarecer que até agora a Constituição nunca barrou a imposição da pena de morte, especialmente aos olhos de Deus. A pena de morte é legal, moral e sancionada pelo governo. Depois de ler a Bíblia em sua base regular, eu estou convencido de que Deus não é apenas um Deus da misericórdia, mas também um Deus da justiça”, defendeu o pugilista.

Extremamente religioso, Pacquiao já causou polêmica outras vezes. No início do ano, o pugilista chegou a dizer que homossexuais são “piores do que animais” e gerou revolta de grande parte da opinião pública. Pouco depois, o próprio atleta se desculpou pelo absurdo que falou. O filipino tem previsão de voltar a lutar em novembro deste ano, diante de Jessie Vargas.

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