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Bruno Gazani não pensa em revanche, mas garante busca pelo cinturão dos meio-médios do WGP

Lutador de São Bernardo do Campo lutará pela primeira vez ao lado de sua torcia na 30ª edição diante do argentino Emanuel Ramponi.
Foto: David Leite
No sábado, dia 7 de maio,  o WGP Kickboxing, o maior torneio de trocação da América Latina, faz sua segunda edição em 2016, em São Bernardo do Campo (SP), a 30ª na história, com um card para lá de especial. Entre os principais destaques está o paulista Bruno Gazani, que encara o argentino Emanuel Ramponi, em disputa válida pela categoria meio-médio (até 71,8kg).
Aos 30 anos, Bruno só tem em mente o objetivo de se tornar o detentor do cinturão da divisão. No ano passado, teve sua chance depois de vencer o Challenger GP da categoria, mas acabou derrotado por Ravy Brunow, atual dono do título. Mesmo assim, a princípio, ele não vê revanche como algo a se buscar.
“Na verdade, com quem estiver o cinturão quero lutar.  Quem for o detentor do título vai ter que lutar comigo. Vou ser campeão e não importa contra quem”, comenta Bruno, completando o porque uma nova luta com o campeão teria o gosto especial:
“Seria legal ter a revanche com Ravyy, mas quero ser campeão. Espero reencontrar para o cinturão, mas como disse não é um desejo. Penso muito em uma nova luta com o Ravy porque acho que ganhei aquela luta do cinturão, no ano passado. Não entendi a arbitragem, mas acontece. Depois disso, só penso em nocautear para não depender dos jurados”, completa.
Lutar pela primeira vez em casa, em um evento do porte do WGP, é motivo de orgulho para Gazani. Segundo o lutador, esta será a oportunidade de muitos amigos e familiares o verem de perto desempenhar todo seu potencial no kickboxing.
“Lutar em casa é muito bom. A cidade está alvoraçada. Vai ser novo isso para mim. Vai ser bacana. Vou ver amigos de infância e que cresceram comigo, que nunca foram em um duelo meu, acompanhando de perto. Agora todo mundo vai me ver perto de casa, se torna um atrativo a mais. Estou preparado e ansioso para chegar logo a luta. Não vejo a hora de lutar para diminuir a carga de treinos ”, afirma.
Em seu cartel profissional no kickboxing, Bruno Gazani ostenta 46 vitórias e apenas cinco derrotas. Mesmo com os números ao seu lado, ele sabe dos perigos que  o adversário argentino pode lhe oferecer.
“Vi a luta Ramponi contra o próprio Ravy e foi muito boa. Depois que fiquei sabendo que ia enfrentá-lo, aproveitei para estudar bem seu jogo em outros estilos de lutas e contra outros adversários. É um cara forte e aguenta muita pancada. Sei que vai ser complicado, mas como disse, quero ser campeão e tenho que vencer quem aparecer”, analisa.


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