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domingo, janeiro 21, 2018
Autores Posts por Nimai Dasa

Nimai Dasa

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Quando um campeão olímpico foi proibido de comer um cachorro quente

Muhammad Ali-Haj é um ex-pugilista norte-americano, considerado um dos maiores da história do esporte. Numa entrevista em 1971, que se tornou viral nos últimos dias, falou sobre o racismo nos EUA, em especial no dia em que foi impedido de comer um cachorro quente em um restaurante para “branco” em sua cidade natal simplesmente pelo fato de ser negro, mesmo depois de ter sido homenageado, dias antes, como herói nacional pela conquista de uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Roma.
Entre algumas boas frases, em síntese, Muhammad Ali condenou os racistas ao ridículo e atraiu uma multidão ao debate:

Lutador de MMA fanfarrão leva KO após 9 segundos de combate

O que é pior do que levar um knockout em uma luta de MMA?
É levar um knockout numa luta de MMA em 9 segundos e ainda depois de ter entrado no ringue de uma maneira bastante arrogante.

Foi isso que aconteceu com Jason Solomon com sua postura de quem iria vencer o combate. Amitesh Chaubey desferiu o golpe certeiro ao indiano, que o deixou logo KO:

Menino sem uma perna jogando MUITA capoeira

Menino apoiado em uma muleta da um show de capoeira.
Moleque amputado joga capoeira com uma perna só:

Motivação e Superação!

Lutador de MMA mais brincalhão na hora da pesagem

O lutador de MMA do UFC, Sean O’Connell é um autêntico brincalhão… veja o que ele faz aos seus adversários nas conferências de imprensa durante o processo de pesagem… ao invés de intimidar o adversário com umacara de mau, ele prefere fazer palhaçadas para os deixar embaraçados:

A emocionante história de um lutador de boxe sobre a sua mãe

Marc Mero é um ex lutador de boxe amador com varias participações nas lutas da WWE e WCW. Em 2007 ele fundou uma organização sem fins lucrativos chamada Champion of Choices, dedicada a ajudar estudantes a fazerem melhores escolhas em tempos difíceis.

Marc abandonou a luta livre em 2006 e agora dedica em dar palestras e tentar conscientizar os mais jovens de que hábitos de vida saudáveis é o melhor que podemos fazer. Tanto a nível físico quanto emocional.

Provavelmente tão bom contador de histórias como lutador, ele emocionou todos com a sua história sobre a sua mãe.

Um relato que te inspirará e fará você pensar:

Menino paraplégico jogando capoeira

Este menino é um verdadeiro exemplo de superação.
Veja como ele se esforça e dá o seu melhor em uma roda de capoeira:

Incrível!

Única derrota por nocaute de Muhammad Ali foi para ex-sparring Larry Holmes, em 1980

Aquele 2 de outubro foi a primeira e única vez em que Ali não esteve no centro de ringue, para a decisão dos juízes; não se entregou, “caiu de pé”

Larry Holmes

Há pouca coisa em comum entre o homem, Cassius Marcellus Clay Jr, e o mito, Muhammad Ali. Do garoto pobre que, certa vez, teve um copo de água negado em uma loja de Louisville, por ser negro, ao maior boxeador de todos os tempos, Clay passou por muitas transformações antes de se tornar Ali, aos 22 anos. Cassius Clay permaneceu invicto; Muhammad Ali foi derrotado em cinco lutas. Antes de o mito perder pela primeira vez, o homem só foi derrubado em duas ocasiões: em fevereiro de 1962, por Sonny Banks, e em junho de 1963, pelo britânico Henry Cooper, na sua primeira luta em Londres – ele voltaria a enfrentar Banks, na Inglaterra, em maio de 66, bem como Brian London, em agosto do mesmo ano, vencendo ambas por nocaute.

Juntos, Clay e Ali somaram 61 lutas em seu cartel. Foram 56 vitórias (37 nocautes e 19 decisões por pontos) e cinco derrotas (quatro por pontos). Por um capricho do destino, quis a história que justamente o mito sofresse o único nocaute de quase 21 anos de carreira. Ali não implodiu, não “beijou a lona”, como diz o jargão do boxe, mas foi duramente castigado por Larry Holmes, em outubro de 1980, em dez assaltos – a luta estava programada para 15. No final, ficou apoiado nas cordas – na verdade, elas o seguraram – enquanto Holmes variava golpes contra seu rosto e sua linha de cintura.

Aqui, é necessário fazer justiça: Holmes procurou nocautear Ali de uma forma “humana” e isso fica claríssimo quando se assiste a luta, hoje, ouvindo as instruções dos treinadores e observando seu ataque. O último contragolpe de Ali acontece no final do oitavo round e, a partir daí, tudo o que ele faz é caminhar para trás e tentar se esquivar das investidas de Holmes. Nos dois assaltos que se seguem, o campeão é alvo de mais de uma centena de jabs, diretos e cruzados. Não esboça a menor reação, não pendula, não consegue mais levantar a guarda.

“Ele foi um dos meus melhores amigos e, eu, seu sparring mais duro – Holmes ganhava US$ 500 por semana, para treinar com o campeão, entre 1972 e 75. Durante a promoção da luta, ele disse para a imprensa que ia acabar comigo”, lembrou Holmes, em entrevista à “Boxe Insider”, no último final de semana. “No final, eu já não o estava golpeando com 100% de minha força. Vi que ele estava machucado e nunca me aproveitei disso para ferir meus adversários”.

Contrariando tudo o que já se viu em um ringue, Ali suportou os golpes de Holmes sem dobrar os joelhos e sobreviveu até o final do fatídico décimo assalto. É quando Holmes caminha para seu corner de braços abertos, como quem diz: “ele, simplesmente, não cai”, e o treinador Angelo Dundee comunica o árbitro da desistência do campeão: “Eu estou decidindo. Pare a luta, agora!”, dá para ouvi-lo dizer em meio à gritaria que tomou conta do corner – Ali ainda queria seguir, apoiado por dois outros membros da equipe.

Aquela foi a primeira e única vez em que ele não esteve no centro de ringue, para ouvir a decisão dos juízes. Ali perdeu por nocaute técnico, mas não se entregou, “caiu de pé” como os heróis, os mártires. “Foi o pior momento de minha carreira como treinador, foi muito doloroso, mas eu não podia deixá-lo prosseguir”, disse Dundee, que trabalhou com Ali durante toda sua trajetória, à ESPN, poucos meses antes de morrer, em 2012. “Em todas as vezes que ele venceu, a vitória foi sua, mas quando perdeu, senti que derrota foi nossa, porque eu não podia abandoná-lo naquela hora”.

Com a vitória, Holmes manteve o título do Conselho Mundial de Boxe (WBC) na categoria peso pesado, que deteve de junho de 1978 a dezembro de 1983, quando se tornou o campeão da Federação Internacional de Boxe (IBF), título que manteve até setembro de 85, até a derrota para Michael Spinks. Em 75 lutas, venceu 69 (44 por nocaute) e perdeu apenas 6 (uma única vez por nocaute, para Tyson). Ele tem 66 anos e vive em Easton, na Pennsylvania.

O melhor de Mike Tyson

Na geração do meu pai teve Muhammed Ali… já na minha geração não havia boxeador mais popular ou temido do que Mike Tyson.

Tyson foi talvez o homem mais temido no ringue de boxe e ganhou seus primeiros trinta e sete lutas consecutivas, com apenas quatro vindo através de decisão e o nocaute resto nocaute técnico. Ele tinha um poder de intensidade e de nocaute que nunca antes tinha sido visto no boxe.

Tyson aposentou em 2005, após derrotas consecutivas para Danny Williams e Kevin McBride. Tyson acumulou um histórico de 50-6-2 na vida do boxe com quarenta e quatro vitórias por nocaute.

Pra quem não conhece este mito.. vamos reviver seus dez nocautes mais rápidos:

Com apenas 20 anos de idade, Mike Tyson se tornou o mais jovem campeão de boxe peso pesado do mundo.

Nascido em 1966, a família de Mike foi forçado a mudar para Brownsville no Brooklyn (um bairro violento atormentado por crime). Foi neste ambiente que criou está maquina e formou este lutador de classe mundial formidável. Quando criança, ele era pequeno e tímido, que fez dele um alvo para os valentões. Mike criou o seu próprio estilo de luta de rua.

No entanto, uma série de mau comportamento ele desembarcou em um reformatório norte do estado, onde um conselheiro e campeão de boxe amador ensinou Mike os conceitos básicos de boxe… e começou a prosperar. Foi neste momento, quando ele foi apresentado ao gerente de boxe lendário Cus D’Amato, que viu o potencial do Mike e levou sob sua asa. Apesar de sua associação começou como treinador e o boxer evoluiu rapidamente em uma relação de pai e filho. D’Amato definir uma programação de treinamento rigoroso para ele, e incutiu uma disciplina em Mike que tinha dele se tornou profissional em 1985, aos 18. Sua força enorme e rápido idade, punhos martelando lhe rendeu o apelido de “Iron Mike”, que o seguiu durante toda a sua carreira no boxe profissional. No ano seguinte – com um recorde de 22-0 já no bolso – Mike lutou sua maneira de ser o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados ​​na história do mundo.

Lutador entra ao som da Carreta Furacão no ringue e nocauteia adversário

Essa com certeza foi a entrada mais INCRÍVEL que você já viu! O lutador Gabriel Macario fez sua entrada como o Fofão, do Trenzinho Carreta Furacão, e conseguiu um belo nocaute de esquerda no primeiro round!

(PARTE 2) UFC 216: Vídeo Ray Borg vs Demetrious Johnson